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Quarteto Fantástico # 19

Por Conrad Pichler

Eu só pude acompanhar de longe, Dr. Destino atirando uma rajada de plasma contra Kro, o líder dos Deviantes. A multidão de egípcios e deviantes urravam de medo, ódio e alegria. Eu não pude ouvir as últimas palavras que os dois trocaram, mas, em seguida, Doom olhou para multidão e calou a todos gritando:

— Sou Rei do Egito! Sou o Senhor da Guerra!

Poderiam ser apenas palavras para meus ouvidos. Bravatas para quem conhece o vilão derrotado centenas de vezes. Mas, de fato, não eram. Eram as primeiras palavras de um ditador de dois povos forjados pelo fogo de batalhas ancestrais.

Desde que comecei a observar as pessoas, percebo que esse país se deteriora a cada dia. O Reino de Destino permite o trânsito livre de degenerados, vilões e místicos enegrecidos pelo mal. Temo que nem as forças do Senhor Fantástico e do Super-Homem possam conter as trevas que daqui podem nascer. Percebo, ainda, que Victor Von Doom encontrou uma fonte de poder inesgotável e não falo da tecnologia Celestial que o vejo reconstruir em diversos pontos da cidade. Falo do poder destrutivo do ódio. Ódio impregnado nessas pessoas que aprisionam toda uma população em suas casas.

Assim que terminou sua inspeção no centro, o homem — que por debaixo do manto e túnica tinha pele prateada — desapareceu pelas labirínticas vielas do Cairo.

O Retorno do Destino — Ato IV
Destino Rei

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A tarde está alta. O sol incandescente racha o chão, abrindo espaços entre as placas de barro. Um leve vapor recozido sobe, turvando a vista de quem o olha. Em silêncio, uma bomba cai do céu e explode três filas de casas. Tudo faz muito barulho, mas parece silêncio.

— Afastem-se das ruas, eles vão lançar outras bombas. — grita um homem limpando os destroços com a mão, enquanto outras bombas caem ao lado, o matando.

Mulheres fazem gestos para pilotos a milhares de quilômetros de altitude. Pelas frestas que os sobrados milenares haviam deixado, Norrin Radd pode ver, no céu azul estalado, aviões circunscrevendo uma elipse, para um novo ataque. Logo, naves deviantes surgem para proteger os seus irmãos em terra. Mas, novos caças aparecem em uma onda monstruosa. Norrin, então, percebe que o ataque não acabou e não acabaria até que tudo e todos estivessem destruídos.

Enquanto uma leve nuvem metamorfoseia-se sob o vento, surge veloz uma nave prateada dos Vingadores:

— Estamos a 104 quilômetros do centro do Cairo, Reed. — a mulher linda e verde, olha para trás, observando o cientista em seu uniforme de moléculas instáveis.

— Contatei o Super-Homem. Precisaremos de ajuda. Em todas as freqüências das forças aliadas e da SHIELD, eu escuto ordens de ataque.

— Se eu fizer uma manobra, a gente pode deter parte do ataque e ganhar um tempo...

— Não podemos, temos de chegar a terra... Se as últimas informações que recebemos de Norrin estão corretas, Doom deve ter encontrado o artefato Celestial que queria e não há como saber o que ele pode fazer.

Por um minuto, a Mulher-Hulk tenta se concentrar na pilotagem, manter os olhos no céu azul, nos instrumentos e no céu mais uma vez, mas...

— Reed... — ela fala, olhando para trás. — Diga que você não está deixando para trás essas pessoas, para salvar sua família...

Reed a encara com certa vergonha:

— Não, Jen. Estou pensando em como salvar definitivamente essas pessoas do Egito, mas percebo a cada segundo que não há o que fazer apenas com um jato e quatro heróis...

— Você já salvou o mundo milhares de vezes com "apenas" quatro heróis.

— Mas, hoje, terei que salvar milhares de vidas com minhas próprias mãos.

Caças dos exércitos aliados aos EUA e SHIELD zunem no céu a velocidades supersônicas seguindo e sendo seguidos de naves deviantes. Explosões, tiros e mísseis se cruzam num jogo perigoso. Lentamente, acima e abaixo das nuvens, aéreo-porta-aviões surgem despejando mais e mais caças, tiros e mísseis.

Dentro de uma dessas enormes máquinas de guerra, um homem com tampão nos olhos comunica-se pelo rádio, observando atentamente os painéis e telas que mostram gráficos e detalhes das ações externas.

— Aqui é "Líder Selvagem" para todos os líderes de esquadrão, copia? — ele ouve a resposta positiva pelo fone. — Esquadrões Alfa ataquem em 10 minutos, repito dez minutos. Esquadrões Beta continuem afastando os deviantes. Copia? — mais uma vez a resposta é afirmativa.

Uma centena de caças forma um delta no céu egípcio, quase não há nuvens, nem pássaros no céu. As naves deviantes são afastadas por um agressivo ataque conforme planejado.

Porém, os alarmes de aproximação de todas as naves, gigantescas ou menores, soam. Com giros e rodopios Super-Homem e Surfista Prateado se encontram mais uma vez em baixa atmosfera.

— Eles saíram de formação.

— Atrasamos por pouco tempo o ataque, eles devem ter um plano "B". — diz o Super-Homem.

— Devemos atrasá-los mais...

Norrin se concentra e manipula e distorce as freqüências de rádio de todas as aeronaves que sobrevoam o hemisfério norte oriental. Todos os pilotos, aliados e inimigos, inclusive alguns de vôos comerciais, escutam a voz de Norrin em suas línguas maternas. Nick Fury vê aparecer na tela a imagem do Surfista Prateado, enquanto escuta algo que a tempos não recebe: uma ordem, um ultimato.

— Afastem-se ou vou destruir suas naves. Afastem-se do território egípcio. Não tolerarei ataques aos inocentes!

É certo que Norrin não tem poder para atingir tantas naves ao mesmo tempo, mas o medo tem suas artimanhas, alguns pilotos retornam à posição neutra... Até que Nick Fury revida, numa freqüência protegida:

— Mantenham suas posição, filhos da p**a! Ou eu mesmo vou arrebentar suas cabeças!

Os caças voltam a posição instantaneamente. Norrin vê seu ultimato soando como balela, ele sente-se exausto, Super-Homem se aproxima:

— Vou continuar impedindo as bombas de chegar ao chão...

— Reed e a Mulher-Hulk já estão em terra, você precisa ajudá-los... — diz Norrin.

— Mas... — Kal-El fica preocupado.

— Doutor Destino tem muito poder, mais poder que essas naves no céu. Deixe que eu cuide delas.

Clark Kent observa Norrin se recompor e ficar em pé na sua prancha, agora é a vez do último filho de Krypton pisar em solo egípcio. Ele desce em velocidade supersônica, quando atinge o solo, numa praça, uma onda de choque racha o solo. Com seus olhos telescópicos, ele pode ver Reed e Jen encaminhando-se para a praça por numa viela contígua. Mas seus ouvidos captam algo diferente.

Numa estrutura abaixo da praça, ele ouve a voz de Victor Von Doom, que manipula um equipamento que emite um ruído estranho e intermitente. Kal não é capaz de ver nada, pois as paredes são revestidas, provavelmente com um composto de chumbo.

Ele, então, gira sobre seu próprio eixo, em altíssima velocidade e como uma broca, perfura o solo, até a sala em que Doom está o esperando. Ao parar, Super-Homem sente suas forças sendo sugadas, sua pele contorcer, seus órgãos reclamarem de dor, ele cai de joelhos. Dr. Destino está em pé, naquela que parece ser uma cripta, uma ante-sala enterrada.

— Bem-vindo, kryptoniano. Esta sala está revestida dos vestígios de seu planeta, que há séculos vem caindo em nosso planeta... — Doom, está parcamente iluminado pelo tom esverdeado das pedras, ele está predominantemente vestido de sombras e sua armadura pesada e enegrecida.

— Kryptonita... — diz o herói deitando-se de costas.

— Sim... É estranho pensar na sua jornada pelo espaço e pelo tempo, quiçá pelas dimensões, você chegou muito depois da maior parte dos vestígios de seu planeta, kryptoniano. — Doom caminha lentamente em direção a Kal-El — Francamente, eu sou um estudioso de sua situação e esse encontro não poderia ser em melhor hora.

— Você... vai... destruir esse país... — depois de dizer, Clark sente a dor invadir seus pulmões, mas, ele não se cala — Essas... pes-soas... são... ino-centes...

— Sim. Mas, o que mais me interessa é o que daqui posso levar comigo. E, até agora, eu consegui tudo!

As vielas se sucedem, até que Reed chega à praça, acima da cripta do Dr. Destino.

— Veja, um buraco no chão...

— Segundo os cálculos de Norrin, a fonte de energia mais forte está abaixo daqui.

Reed dá um passo para chegar ao buraco, mas é impedido pela Mulher-Hulk.

— Pode ser uma armadilha. Eu vou primeiro.

— Não... — mas, antes de terminar, Jen salta pelo buraco e cai diante do Super-Homem, semi-consciente. — Super? Que está... — sob uma forte e repentina luz, Doom derruba a Mulher-Hulk com uma rajada iônica.

— Ele chegou. — diz Doom soturnamente, aproximando-se da luz que entra pelo buraco aberto pelo Super-Homem, ele observa a luz acima.

Acima, Reed, percebe que algo terrível aconteceu. Ele estica-se, esgueira-se terra abaixo, quando entra na cova, ele percebe que uma porta fecha-se no fundo da sala. Ele pensa em seguir, mas é detido pela mão do Super-Homem, segurando-lhe o calcanhar. Reed abaixa-se, vendo o rosto deformado de dor e agonia do maior herói da terra.

— Pe...gue... pegue... — ele estende o comunicador auricular da Liga da Justiça. — Cha-me... a... Jus-tiça... — Reed sabe o que quer dizer.

— Reed para Hector Hall, Sr. Destino, pode me ouvir? Preciso de sua ajuda... agora!

Por mais alto e rápido que os caças voem, Surfista Prateado pode segui-los. Mas, ele percebe que eles tentam afastá-lo do grupo maior de caças, que voltam à formação de delta. Norrin pára no ar, sobre sua prancha... Porém, sem aviso, as naves despejam milhares de mísseis, todos endereçados aos acampamentos deviantes no solo e às escavações do Dr. Destino, mas, invariavelmente, atingirão casas, pessoas, crianças. Norrin não pode impedir que as bombas, caindo, se reflitam em seu corpo prateado, caindo aos milhares, autômatos de destruição, ele não as pode impedir a todas.

No interior da cripta principal, muito abaixo da superfície, Reed encontra Doom de costas, olhando para os olhos do rosto de um antigo Celestial, escavado no calcário. Morto há milênios, quase um monólito das eras, a figura macabra e alienígena domina a visão do Dr. Destino e do Senhor Fantástico.

— É lindo, não é, Doutor Richards? — Reed Permanece em silêncio, enquanto Doom volta-se para encará-lo, finalmente. — Vejo que trouxe seu pagamento para nossa barganha. — Reed vê na sua mão um objeto estranho tele-transportado pelo Sr. Destino até aquele lugar, objeto que reluz diante do mal. — A Lança de Longinus.

Quilômetros acima da superfície, os caças, os tiros e os mísseis são bloqueados por uma força invisível. Explodindo e destruindo a si mesmos. Não é Norrin Radd, no entanto, ele também é repelido por uma força que não pode compreender, nem sequer consegue percebê-la com seus poderes. Nem as naves deviantes, presas do lado de dentro, podem atingir os aviões do lado de fora.

A cripta é gélida, iluminada por luz artificial que cedia forças à poderosa Lança de Longinus, deixando o lugar em uma escuridão intermitente.

— Preciso proteger as pessoas... — diz Reed com o artefato que pediu a Hector Hall, o Sr. Destino, em mãos.

— Meu reino...?

— Nunca será seu reino, Victor. Mas, as pessoas precisam ser protegidas... Esse mal, você não conseguirá fazer a eles...

— Eu consegui tudo o que queria, Dr. Richards, essa história, eu escrevi e sei o seu final... Não percebe? Não me diga que se tornou estúpido nesses dias de guerra?

— Invadiu um país livre, passou por cima de sua história, roubou-lhe suas riquezas, destruiu minha casa, me fez exilar meus parentes... E é fato que queria nos destruir, como fez com o Four Freedoms... Tomou o trono de Kro, dos Deviantes, preparou uma guerra, permitiu o ataque, permitiu ser defendido por heróis que arriscaram suas vidas e suas reputações para...

— Para trazê-la, aqui, Dr. Richards. A Lança de Longinus. — Doom, gesticula, afastando sua capa. — Claro, se não fosse a Lança, seria alguma tecnologia Celestial escondida com algum membro da Liga da Justiça, algum dos Vingadores ou, mesmo, dos Eternos... Algo para barganhar por sua família.

Reed fica paralisado.

— Sim, eu permiti. Não estranhou ser atacado de forma que perdeu "quase" tudo? Não estranhou ter um milésimo de chance de escapar, Richards? — Doom, aproximou-se de Reed, frente a frente, ele olhando nos olhos estupefatos do herói. — Esta é a tumba do Celestial adormecido... Eu lhe entrego toda a tecnologia que você precisa para resgatar sua família...

— Em troca da Lança de Longinus?

Há um momento em que o som parece nunca ter existido, mas, mesmo assim sente-se a pressão da atmosfera sobre os ouvidos, densamente. Nesse instante, que o tempo parece parar, a porta da cripta arrebenta-se em estilhaços, é a Mulher-Hulk que entra. Instintivamente, Doom lança uma rajada de sua manopla, aprisionando-a sob um campo de energia que a esfaqueia com muita intensidade. Ele ergue sua outra mão contra Reed, mas nada faz, espera apenas.

— Reed.. argh! Super-Homem está inconsciente! Urgh!

— Sim, eu me preparei para sua chegada. — disse Doom. — Mas, você poderá levá-lo embora, com a sua amiga e toda a tecnologia... Apenas, me entregue a Lança que protegerá...

— ...Todas as pessoas... — murmura Reed.

— ... Protegerá o meu reino.

Reed estende a mão, entrega a lança a Doom.

— Nã-argh!-o! Não, Reed! — grita a Mulher-Hulk.

Uma luz que pode cegar qualquer um espalha-se e os heróis perdem a noção do espaço e do tempo. A luz vai esvaecendo-se, dando lugar ao céu cinza de Nova York, na grande avenida interditada pela destruição do Four Freedoms Plaza, Reed Richards, Mulher-Hulk e o Super-Homem são materializados sob o olhar incrédulo dos voluntários que ali trabalham. Num segundo, Norrin Radd se junta a eles.

— Nada pode entrar no Egito, fui repelido com força, então senti que vocês haviam voltado... Mas, o que houve com Kal-El?

Reed aproxima-se do Super-Homem, tentando ler seus sinais vitais.

— Ele está com alta contaminação de radiação de kryptonita...

— Vou eliminá-la e ele ficará bem.

Enquanto Norrin age, Reed afasta-se perdido em seus pensamentos, poeira, rancor e destroços. Jen aproxima-se, ferida e cansada.

— Não estou certa do que você fez, Reed. Mas, o preço foi muito alto.

Naquele momento, outro flash de luz faz materializar o equipamento que lhe custou a Lança de Longinus e, talvez, toda a paz do Senhor Fantástico.

— O... que... aconteceu...? — pergunta Kal-El.

— Preciso ir em busca de minha família...

— Agora, percebo. — reflete Norrin. — Vai resgatar sua família ao preço de milhares de vidas...

— Que estão sob as mãos do Destino... — conclui Kal-El.

— Eu fiz o melhor que pude para protegê-los a todos... Quando voltar, farei o possível para reverter essa situação.

— Espero, Reed, que seja possível. — conclui Jen.

O Senhor Fantástico aproxima-se dos equipamentos, faz alguns cálculos mentais, mexe num e noutro componente, percebe que tudo está em ordem e funcionando. Assim, Reed abre o portal para a Zona Negativa e dá um passo para dentro...

— Me perdoem. — Reed olha para os heróis, enquanto desaparece num rastro de energia, naquele instante os equipamentos de Doom explodem.

Dentro daquela dimensão de proporções impossíveis, Reed ajusta seus equipamentos para identificar o "rastreador quanta" que implantou na sua esposa, enquanto ele continua parado numa terra inóspita, de paisagem quase indescritível. Depois de alguns minutos, fica evidente, o Quarteto Fantástico já não estão mais na Zona Negativa. Ele sente que sua barganha com Destino foi inútil, mas não havia como saber.

Redirecionando o fluxo de energia, ele abre um portal para o destino do rastro de sua família, ao abrir-se, ele dá mais um passo e pisa no solo Kree.


Próxima edição: Começa mais um arco de quatro histórias surpreendentes! Fanfics produzidas por um escritor surpresa!


:: Notas do Autor

Seguindo o estilo de nosso editor Marvel, Rafael Borges, eu vou fazer alguns comentários, claro, espero que vocês também mandem suas correspondências para nós!

Essa história ficou numa pasta dos meus arquivos por anos, sempre que eu tentava escrevê-la não conseguia articular bem os elementos que queria ver expressos. Eu tenho uma paixão pela obra do grandioso Jack Kirby e acho que o Quarteto Fantástico e o Dr. Destino são duas de suas maiores criações; porém, há algumas criações menos conhecidas, claro, como os Celestiais, os Deviantes e os Eternos (que não aparecem na história) — recentemente revividos pelo fantástico Neil Gaiman — mas, era justamente com as versões mais "clássicas" desses heróis e vilões que eu queria brincar.

Então, imaginei uma trama em que depois de ter perdido tudo, Doom dá a volta por cima e está disposto a não perder dessa vez. E não perde. Não consegui deixar de pensar como isso tem relação com o mundo da gente, com as coisas que perdemos e entregamos ao "inimigo", junto com toda nossa inocência e dignidade... Esse inimigo que é tão invisível quando o próprio Dr. Destino, nesse arco de histórias.

Ele tomar o Egito era algo impensável e causou alguma discussão entre os escritores do Hyperfan. Mas, que lugar representa melhor a história e o mistério da própria humanidade? Que lugar poderia esconder, sob o véu do desconhecido, toda a força dos artefatos Celestiais? Mais, que lugar poderia se tornar território livre para Deviantes e mais um sem-número de terroristas e vilões? Acho que ainda se ouvirá muito sobre o novo Reino do Destino, agora protegido pela Lança de Longinus (aquela mesma que conta a história, Hitler usou para repudiar os heróis superpoderosos da Alemanha, na II Guerra Mundial). Mas, claro, tudo que Doom ainda quer é sua amada Latvéria!

Bom, acho que muita gente vai dizer que essa é uma história cínica e "canastrona", vai ver é mesmo. Mas, que posso fazer? Sou "filho do meu tempo".

No mais, foi divertidíssimo montar um "quarteto provisório": Reed, Super-Homem, Surfista Prateado e com Homem-Aranha/Mulher-Hulk aparecendo ao longo das quatro histórias.

Espero que tenham gostado dessa trama e estejam preparados para as surpresas que estão por vir.

Abraços!




 
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