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X-Cluded # 04

Por Danilo 'Doc Lee' Anastácio

Hulk Esmaga Homenzinhos (E Gosmas Mutantes)!

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Mansão X-Cluded, São Francisco.

O texano Billy Puzo diz detestar rotina. Não gosta de ter que ficar fazendo as mesmas coisas, gosta é de mudanças, aventuras, ação. Mas isto não o impede de estar há mais de duas horas sentado diante do aparelho de televisão junto com seus colegas do X-Cluded, o grupo mutante que perdeu um de seus integrantes há pouco menos de uma semana, quando a equipe esteve em Las Vegas. O pouco que sobrou de Mark Rogers está esperando por qualquer tipo de cerimônia solene em sua homenagem — coisa que qualquer morto, em tese, merece — em algum canto da casa.

Mas os X-Cluded não estão nem aí pra isso. Afinal, estão assistindo a um interessantíssimo documentário sobre o ciclo digestivo de certos tipos de animais aquáticos da Tanzânia. Texano é um dos mais interessados. Ao lado dele, deitada no sofá, a pequena Kate sequer pisca. Esparramado preguiçosamente no chão, está Gozma, a geleca, que não sabe se presta mais atenção no CD "Elephant", de sua banda favorita, White Stripes, o qual ele está ouvindo por um discman, ou na TV. No fim, não consegue prestar atenção em nenhum dos dois.

Sentado num dos braços do sofá está Eric Bernard, imóvel desde que o documentário começou. Por último, o homem que deveria estar mantendo a sanidade de todos estes mutantes, o enigmático Mentor, é o que está mais interessado no filme.

— Acompanhe por esta animação tridimensional o caminho do alimento por dentro do Macrobachium carnius... — diz o narrador pela TV.

— Uau, que incrível. — comenta Nooze.

Girl, you have no faith on medicine... oh girl… you have no faith on medicine… -— cantarola Gozma.

— Isso me lembra algo. — diz Mentor — Os restos mortais do Aviador ainda estão ali na cozinha. Alguém precisa terminar o altar que estávamos preparando.

Todos os X-Cluded olham para Texano.

— O quê? Vocês querem que eu termine de construir aquilo?

Eles prosseguem olhando para ele.

— Ah, qualé, eu quero ver o documentário.

Texano tenta deixar de prestar atenção neles e olha para a TV. Mas só consegue ficar assim por cinco segundos.

— OK, onde estão as ferramentas?

— Terceira gaveta da esquerda para a direita no armário da garagem. — explica Mentor, voltando seu olhar para a animação 3D na televisão.

— Desgraçado, até sabe onde estão as ferramentas. — murmura Billy Puzo, enquanto sai da sala de TV.

— Disse alguma coisa?

— Nada, Mentor.

Já na cozinha da mansão, Puzo começa a procurar pelos restos mortais de Mark Rogers, o Aviador. Ele sabe que estão por ali em algum lugar, mas não se lembra exatamente de onde.

— Ei, onde colocaram o Aviador, mesmo?

— Olha pra baixo! — grita Kate.

Texano o faz e encontra o corpo cremado de Aviador. Dentro de um pote de maionese.

Dentro de um pote de maionese, servindo de apoio para a porta da cozinha não bater.

Logo após pegar os instrumentos necessários no armário da garagem onde está o Cadillac da equipe, Billy começa a trabalhar na montagem do altar que ficará no jardim da mansão. Este se resume em alguns pedaços de madeira pintada em cores sóbrias, uma lápide de pedra e uma placa de vidro. Ou seja, algo que qualquer pessoa com um mínimo de inteligência e conhecimento poderia montar facilmente. Definitivamente, não é o caso de Texano.

Ele olha para os pedaços de madeira e começa a se perguntar pelo manual daquilo. Seu plano B (a ponto de ser utilizado) é jogar aquilo tudo sem pensar muito e voltar à sala de TV o mais rápido possível. Mas, com força de vontade, ele resolve provar a si mesmo que consegue montar o pequeno altar — o que não significa lá muita coisa, óbvio. Como era de se esperar, algo rapidamente chama sua atenção, desviando-o de seu objetivo atual.

São tremores. Tremores grandes e fortes no chão, que fariam um copo com água tremer dentro de um carro.

— Oh, meu Deus. — fala Texano para si mesmo — Esses tremores... isso só pode ser... um tiranossauro!

O caipira olha para os lados, procurando alguma arma. Encontra um martelo, e passa a segurá-lo com as duas mãos como se fosse uma poderosa espada, esperando pelo pior.

Pois o pior aparece, destruindo parte do muro da mansão, derrubando uma árvore, desfazendo o que já havia sido feito do altar, parando a três metros de Texano com um salto — a razão dos tremores — e olhando-o furiosamente.

É grande. É grande, e verde. É grande, verde e esmaga homenzinhos. É grande, verde, esmaga homenzinhos e é cientista nas horas vagas.

— É... é o Hulk...! — fala Texano, com um medo paralisador que não permite que ele mantenha sua boca fechada e também não permite que ele segure o martelo por mais dois segundos.

O gigante esmeralda dá um passo na direção do mutante do Texas, que instintivamente dá um passo para trás. Outro passo à frente de Hulk, outro passo para trás de Texano. Hulk puxa a mão para trás, concentrando forças para acertar um belo soco no cowboy — e o faz, embora não com tanta competência. Por aquele curto espaço de tempo, Texano (pela primeira vez em tempos) tem raciocínio rápido o suficiente para desviar-se do golpe e usar seu poder de supervelocidade para correr para trás do monstro verde pelo outro lado dele.

Um sorriso de felicidade surge no rosto de Texano:

— Hah! Eu sou bom! Eu desviei de um golpe do Hulk! Hahahah! Não tem pra ninguém! Detonei! Haha!

Hulk então vira-se para ficar mais uma vez diante do mutante, e prepara mais um soco, agora com a mão esquerda. Quando esta se aproxima de Texano, este tenta repetir a idéia de correr pelo outro lado — mas esquece-se que o gigante também pode ser esperto quando quer. O outro braço de Hulk está estendido, apenas esperando Texano passar por ali e esbarrar nele. Depois de cair no chão, o caipira rapidamente se reergue do impacto sofrido, mas logo é acertado por uma nova marretada das mãos do gigante esmeralda, indo parar na copa de uma árvore no jardim frontal da mansão X-Cluded.

Dois filetes de sangue, um pela boca e outro pelo nariz, começam a escorrer pelo rosto de Texano. Ele não está nem aí pra isso — afinal, mesmo deitado sobre alguns galhos da árvore, consegue ver o monstro de radiação gama se aproximando dele mais uma vez. Billy Puzo saltaria da árvore neste momento, mas está completamente sem forças. Consegue apenas tentar lembrar-se do tempo em que ia a missas, procurando a partir daí alguma oração que possa lhe salvar da morte certa. Não faz diferença, afinal ele está com medo demais para terminar qualquer frase maior que "amém".

É quando ele sente a mão de Hulk segurando sua perna esquerda. O monstrengo verde puxa-o com força da árvore e projeta-o contra uma das grandes janelas da casa. Texano atravessa cinco metros no ar, destruindo metade do vidro da janela da sala de TV da mansão, só indo parar em cima de uma mesa do outro lado da sala, rachando-a. Os X-Cluded que ali assistem televisão olham para ele rapidamente, apenas.

— Menos barulho, Texano, por favor. — pede Mentor — Estamos tentando assistir ao documentário.

Texano até chega a imaginar pelo menos cinco lugares onde Mentor pudesse enfiar este conselho, mas não tem forças para dizer isso.

Pegando os X-Cluded de surpresa, o aparelho de TV sai do ar. No lugar de uma bela imagem da reprodução de uma rã amarelo-esverdeada, apenas chiados desconexos típicos.

— Ei! — nota Gozma.

— Cadê a imagem? — reclama Kate — Eu quero ver as razinhas!

— Deve ter acontecido algo com a antena. — supõe Nooze — Vamos lá fora ver o que é!

— Exatamente! Avante, X-Cluded!! — clama Mentor.

Os X-Cluded, com exceção de Texano, saem correndo furiosamente janela afora, como se fossem os maiores heróis da Terra indo ao encontro de um ameaçador supervilão intergalático. E Billy Puzo desmaia, sem entender bulhufas daquilo.

Ao chegar no jardim da mansão, os mutantes encontram-se pela primeira vez com Hulk, que está rasgando raivosamente uma pequena antena de metal como se fosse de papel. Param diante dele, sem saber muito o que fazer.

— Ah, meu Deus... — exclama Gozma.

— O que diabos o Hulk está fazendo no nosso jardim? — pergunta Eric Bernard, o Nooze.

— Ora, o que mais ele faz? Destrói coisas! — diz a meleca verde, com um certo nervosismo — Esperava que ele estivesse fazendo o quê? Podando as árvores?

— Calma, Gozma. — pede Mentor — Muita calma. Não sabemos o que ele pode fazer se a gente arriscar um movimento mais brusco...

Nesse momento, o gigante esmeralda atira os restos da antena contra uma outra janela da mansão, estilhaçando-a por completo.

— Agora já sabemos. — conclui Nooze.

— Ahn. OK, OK. Kate, tente usar seus poderes telecinéticos contra o Hulk. Gozma e Nooze atacam com tudo logo em seguida. Eu cuido da retaguarda. — Mentor comanda seus X-Cluded.

— Retaguarda? Que retaguarda?! — pergunta Gozma, claramente nervoso.

— A minha! Apenas faça o que eu digo, Gozma! Vamos lá!

Enquanto Nooze recarrega a sua arma (com a qual ele anda desde pegou-a de um Anelídeo em Las Vegas (*)), Kate dá três passos à frente, preparando-se para usar seu poder...

...que acaba falhando novamente. Kate tenta fazer força, mas não consegue fazer com que sua telecinese funcione.

— Onde está sua telecinese, Kate?! — pergunta Mentor.

— Não sei, tio Mentor! Não tá funcionando!

— Continue tentando! Nooze, Gozma! É com vocês!

Os dois mutantes saem correndo na direção de Hulk. Nooze atira duas vezes contra o gigante, mas acaba notando que as balas não surtem efeito algum nele. Ele acaba parando e desistindo de seu ataque — diferente de Gozma, que salta disformemente sobre o monstro da mesma cor que ele. Com as mãos unidas, Hulk acerta George Ekows com extrema força, como se estivesse jogando beisebol e Gozma fosse a bola. O mutante verde vai parar esparramado numa parede da mansão.

Quando olha para sua esquerda, o monstro de radiação gama vê o descabelado Eric Bernard apontando novamente uma pistola para seu rosto. Logo antes que o mutante possa atirar, o gigante estende sua mão, prevendo que a bala vá resvalar na sua mão quando o primeiro disparar. E é exatamente isso que acontece quando Nooze atira. Sem muitas esperanças, ele engole em seco após o tiro. Paralisado, acaba levando um tapa de Hulk e sendo projetado na parede da mansão, rachando-a.

Logo após Nooze, Kate é a seguinte em sua "fila". Ele observa a garotinha aparentemente gastando uma força descomunal — sem saber exatamente com o quê. É quando ele descobre. Uma das grandes árvores do jardim está literalmente voando em sua direção.

O vegetal acerta o monstro, o que leva ambos a acertarem a casa — abrindo um rombo gigantesco na parede. Hulk acaba indo parar num dos banheiros da casa, e destruindo o box e a privada, o que faz jorrar água a dois metros de altura.

— Ótima escolha de cômodo, Kate. — diz Nooze, com a boca sangrando — Com certeza será o primeiro lugar em que irei depois que isso tudo acabar...

— Se não for o cemitério. — comenta Gozma, voltando ao chão.

Hulk salta do chão onde estava deitado com um urro assustador comparável ao de uma fera bestial (talvez por que no momento ele tenha a mentalidade e o tamanho de uma). Ele pára exatamente diante de Kate, que olha para os olhos furiosos do monstro.

Não poderia ser de outro jeito: Kate começa a chorar, e sai correndo e berrando na direção da garagem logo em seguida. O Hulk a segue, a passos lentos mas longos em distância. Quando ele passa vagarosamente por Gozma e Nooze, este último nota algo diferente no ouvido externo do monstro. Um tipo de ponto eletrônico, aparelho que recebe sinais de rádio a longa distância. Eric Bernard ergue uma sobrancelha, tentando fazer uma expressão de quem entende do assunto.

— Ei, Mentor. — chama Nooze.

— Que cara é essa? Dor de barriga?

— Não. Acabei de notar que o Hulk tem um ponto eletrônico na orelha.

— Hm, então é isso. Ele deve estar sendo controlado por alguém.

— Dãã. — diz Gozma. Os outros dois X-Cluded olham para ele sérios — Ah, qualé, vocês não têm senso de humor...

— Eu vou tentar tirar o ponto do Hulk.

— É perigoso, Nooze. Cuidado.

— Ssh. Veja o mestre em ação.

Nooze anda lentamente na direção do Hulk, que acaba de abrir um rombo de dois metros de diâmetro na parede da mansão apenas para assustar Kate, que por sua vez está acuada dentro do Cadillac, na garagem. Eric está a um metro do monstro, que ainda não o notara, preparando-se para saltar nas costas do gigante quando é surpreendido. Alguém saltou nas costas dele antes. E outro alguém. E mais dois "alguéns". Todos eles vestidos com armaduras, possivelmente de Kevlar, e fortemente armados. O X-Cluded não consegue reconhecer o traje dos homens.

— Mas, quem diabos...?!

Um dos homens segura-o pelo tronco e o afasta da ação.

— Afaste-se daqui, você pode se machucar. Deixe com quem entende.

— Mas, mas...

— Não tema, amigo descabelado. — diz uma voz conhecida de Nooze e dos outros X-Cluded — Pois com esses caras não há problema.

— Ei! — reconhece Gozma — É o Rick Jones! Cara, o teu talk-show é ótimo! — diz ele, movendo-se na direção do apresentador.

Rick, vestido elegantemente com roupas sociais bege, ainda que sentado em sua cadeira de rodas, aproxima-se dos X-Cluded com um sorriso que esconde um pouco de sua preocupação com o monstro verde à sua direita.

— Calma, calma... eu só vim aqui cuidar do verdão ali. Aliás, eu conheço essa roupa de vocês de algum lugar. É alguma filial dos X-Men em São Francisco?

— Não, não. — responde Mentor — Não temos nada a ver com os X-Men. Nós somos os X-Cluded.

— Uh. Tem certeza que não têm nada a ver com os X-Men?

— É uma longa história...

— Hahaha, boa, Rick! — Gozma gargalha e gira o "braço" direito — Uuuuuuh!

— Bem, creio que o nosso problema aqui não é a descendência de vocês, mas o Hulk. Ele apareceu aqui faz muito tempo, senhor...?

— Mentor. Não, não faz tempo não, basta olhar o tamanho da destruição...

— É verdade. A mansão ainda está em pé. Mas não se preocupem, o pessoal uniformizado ali vai cuidar disso num instante.

Os quatro homens armados são jogados longe graças à força do Hulk. O monstro aproxima-se mais do Cadillac onde está a chorona Kate, saindo da vista dos X-Cluded e seus acompanhantes.

— Não há necessidade desses soldados, Rick. Deixe comigo. Fiquem aqui.

— Ei, calma, Mentor, você é...

— É, todo mundo notou que ele é velho pra caramba. — interrompe Nooze — Mas ele pode lhe surpreender, acredite.

— Hm, tudo bem, então.

Mentor se dirige até a garagem.

— Foi tudo muito de repente. — explica Rick Jones — Eu estava acompanhando ele, num local que não posso revelar, e do nada ele se descontrolou e sumiu (**). Foi mais estranho do que de costume.

— Tá, quem liga pra isso? Eu vou lá pegar uma câmera fotográfica pra gente bater umas fotos e depois você pode contar pra gente como são as coisas na TV, que tal?

— Olha, não seria má idéia, mas não sei se tenho tempo e... — Rick olha para o lado e encontra Mentor ao lado do dr. Bruce Banner — Olhem só, já voltaram. Que rápido.

Rick se aproxima dos dois.

— Tudo bem, Bruce?

— Creio que sim, Rick. Aliás, onde nós estamos?!

— São Francisco, na mansão dos X-Cluded.

— X-Cluded?!

— Somos nós. — diz Mentor. Banner olha para os mutantes, um mais bizarro que o outro, e pensa — "Onde fui me meter?"

— Hã. — diz Bruce — Desculpe pelos estragos, acho que vocês sabem que eu tenho esse probleminha.

— O que aconteceu pra você se transformar de repente? — pergunta Rick.

— A resposta está aqui. — Mentor mostra o ponto eletrônico, em sua mão — Ele estava sendo controlado mentalmente por alguém.

— Controle mental de novo, Bruce? — pergunta o apresentador. O cientista responde erguendo os ombros e mudando sua expressão, como quem diz "não posso fazer nada".

— Bom... — diz Bruce Banner em seguida — Eu não sei como vim parar aqui, não tenho a menor idéia... a única coisa que me lembro é que estava num jato com Rick e os outros, quando alguém se aproximou e... e agora estou na mansão de um bando de mutantes de quinta categoria que só tem um Cadillac como equipamento, e com uma calça roxa rasgada. Cadê o Páris? Faça-me o favor, vamos embora daqui logo, Rick.

Os X-Cluded se entreolham, depois olham para Rick.

— Ah, desculpa, mas... — murmura Bruce, olhando para baixo.

Claramente sem jeito, Jones tenta contornar a situação:

— Hã, o psiquiatra dele disse pra ele falar tudo que vinha na cabeça dele. Sabe como é.

— Aliás, analisando este dispositivo, — diz Banner — se quiserem saber, ouvi dizer que esse tipo de controlador mental atualmente está sendo contrabandeado por alguém direto da Rússia.

— Rússia, hein... — pensa Nooze.

— Ei, pessoal! — ouve-se a voz de Gozma voltando de dentro da mansão, de onde acabara de entrar e sair sem que ninguém tivesse notado — Vamos dar um tempinho e bater uma foto de recordação!

Gozma surge saltitando e joga a câmera para um dos homens uniformizados, que estranha.

— Ah, tudo bem. — diz Rick — Vamos lá. Se quiserem, eu autografo depois.

— Beleza! E depois a gente podia bater um papinho sobre o seu programa, sobre como são as coisas na TV, e...

— Talvez. Talvez. — interrompe o apresentador, enquanto ele e os outros se arrumam para serem enquadrados na foto.

— Olha o passarinho! — diz o homem de armadura.

E assim é tirada a bizarra foto para recordação, que mais tarde será emoldurada e autografada. Os cinco mutantes estranhos do X-Cluded, um cientista nuclear vestindo um bermudão roxo rasgado, um apresentador de TV elegantemente vestido (aparentemente a única pessoa sã nisso tudo, sendo "abraçado" por Gozma)... todos diante de uma mansão caindo aos pedaços. (***)


:: Notas do Autor

(*) Em X-Cluded #02. voltar ao texto

(**) Saiba mais lendo Hulk #08. E veja o ataque do Hulk aos X-Cluded, pela ótica do Hulk e Rick Jones, em breve, em Hulk #09. voltar ao texto

(***) Veja uma imagem da batalha, na arte de JJ Marreiro, desenhista oficial do Hyperfan, na nossa galeria! voltar ao texto




 
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